Gostaria de relatar algumas conclusões que obtive após participar de uma Formação em Metodologia Experiencial, ocorrida em agosto de 2005 na cidade de Curitiba. Estas conclusões encerram um ciclo de reflexões e debates, dos quais participei nos últimos anos, sobre as diferenças entre a Dinâmica dos Grupos (DG) e a Metodologia Experiencial (ME).

* Por Joacir Martinelli

Todo líder ou gestor depende do comprometimento de sua equipe. Muitas lideranças estão conscientes que uma equipe autônoma apresenta melhores desempenhos. Mas a realidade hierárquica e o controle excessivo prejudicam o processo de autonomia dos colaboradores em geral levando a uma falta de maturidade de toda a equipe.

* Por Ione Nadolny

Experiências sensoriais mudam a rotina organizacional e transformam as possibilidades de treinamento de equipe das empresas.

O treinamento experiencial outdoor (treinamento ao ar livre) funciona como um laboratório ao ar livre, abrangendo experiências dinâmicas e lúdicas que incitam a quebra de paradigmas e a busca de novas percepções para os desafios que se apresentam, exigindo criatividade e vontade de superação.

Segundo Daniel Goleman, autor de "Trabalhando Com a Inteligência Emocional", empatia é "perceber o que outras pessoas sentem sem que elas o digam". Para ele, as pessoas raramente nos dizem em palavras aquilo que sentem, mas revelam-no por seu tom de voz...

* Por Mari Martins e Pamela Seligman